No Brasil convivem três formas de dizer o mesmo: a escada de classes da CBT, as letras usadas pelos circuitos de clube e as notas estrangeiras (NTRP e UTR) que aparecem em quase todo conteúdo de tênis em inglês. Esta página põe as três lado a lado para você achar parceiro de jogo do seu tamanho e entender o que lê por aí.
Está aprendendo. A bola volta às vezes; o jogo ainda é com o professor.
Joga socialmente. Mantém troca curta. Saque por cima ainda é aposta.
Aguenta o jogo. Dez bolas cruzadas sem errar, e um set inteiro sem desmontar.
Escolhe o que faz. Direciona a bola, e o segundo saque entra com efeito.
Tem tática e sustenta. Joga torneio, lê o adversário e aguenta pressão.
Competitivo de verdade. Disputa as classes de cima do circuito estadual.
Pelo Regulamento Nacional de Classes, sobem os primeiros colocados de cada classe: 32 de principiante para a 5ª, 32 da 5ª para a 4ª, 32 da 4ª para a 3ª, 24 da 3ª para a 2ª e 16 da 2ª para a 1ª. Quanto mais alto, mais estreito o funil.
Não existe conversão oficial entre NTRP e UTR: USTA e Universal Tennis usam matemáticas diferentes. O que existe são regressões sobre jogadores que têm as duas notas — NTRP ≈ 0,30 × UTR + 2,00 no masculino e NTRP ≈ 0,38 × UTR + 1,92 no feminino. As faixas acima partem dessas regressões e da escada da CBT, então são orientação, não medição.
Se você dá aula ou organiza circuito, a correspondência entre classe da CBT e letra de clube é a parte que mais varia na prática. Escreva para a gente e corrigimos com crédito.
Sabendo seu nível, o mais útil é acertar a raquete e a corda:
Ache uma liga para jogar com ranking de verdade — ou crie a do seu clube em minutos.